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quinta-feira, 5 de novembro de 2020

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

quarta-feira, 1 de abril de 2015

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Um pouco mais de X So Pretty

Por Tiago Maciel
A banda de rock alternativo X So Pretty foi criada em São Paulo, em pleno inverno de 2008, por Nanda Cury (vocalista), e Michele Bertholdo (guitarrista), após um encontro casual no Conservatório Musical Souza Lima.
A ideia era fazer uma banda com músicas originais, findadas no IndieRock, com influências variadas como Joy Division, Portishead, Pixies, The XX, Gossip entre outras, que pudesse entreter, divertir e cativar. O intuito era abordar as pessoas com um som que pudesse fazê-las dançar, cantar e se sentirem especiais.
Sua música é intensa, profunda e verdadeira, uma perfeita combinação entre vocais suaves, guitarra distorcida, bateria precisa, baixo e teclados atmosféricos, além de elementos diferentes como megafone e chocalho. O resultado é uma mistura tênue entre instrumentos e composições que frertam com a sutileza das letras e a energia das notas.
O nome X So Pretty faz um tipo de comparação com “ela é sexy” ou mesmo “tão preciosa”, mas que principalmente traz à tona o poder do sexo feminino no mundo, numa forma de homenagear e valorizar todas as mulheres através da música.
Com coragem e atitude o grupo entrou de cabeça no cenário Indie nacional, tocando primeiramente em pequenos eventos culturais da Livraria Cultura, FNAC e Livraria da Esquina na capital paulista, além de bares e casas do circuito underground como CB Bar, Na Mata Café e Manifesto Rock Bar.
Após toda essa experiência a banda cresceu ganhando público e notoriedade, expandindo assim seu trabalho para outras capitais e exterior, chegando a tocar em grandes festivais tais como a Virada Cultural e a Feira de Artes da Pompéia em 2012.
Luzes.....Câmera.....Ação.....X So Pretty ao vivo soa exatamente como sua proposta inicial, ou seja, consegue mergulhar seus fãs em um ambiente sonoro empolgante, sexy e delicado com muita maestria, conquistando todos que estão em volta. Sua performance traz músicas de qualidade e figurino especial com produção de palco perfeitos, aguçando todos os sentidos de quem está assistindo.
Em 2011 a banda lançou seu primeiro trabalho de estúdio intitulado X So Pretty Blim Blom, com 14 músicas autorais mais sete covers escolhidos a dedo, trazendo aos seus admiradores algumas de suas principais influências. Nesse mesmo tempo foi lançado o clipe oficial da música Blim Blom na web.
Hoje sua formação conta com Nanda Cury nos vocais e megafone, Michele Bertholdo na guitarra, Pamella Vapsys no contrabaixo, Ciro Figuerêdo na bateria e Luiz Felipe Arnaut Silva nos teclados. Atualmente além do seu show tradicional a banda também realiza apresentações acústicas com muita competência.

X So Pretty, luv ia, dance or die!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

AULAS DE VIOLÃO E GUITARRA EM SÃO PAULO

PARA QUEM QUER FAZER AULAS DE GUITARRA E VIOLÃO COMIGO SEGUEM MINHA AGENDA:
Segunda, quarta e sábado estou na Bmaior Escola de Música, Endereço: Rua Albion, 231 - Lapa, São Paulo - SP
Telefone: (11) 3831-8896
Site: www.bmaior.com
E-mail: bmaior@terra.com.br

Terça, quinta e sexta fico na Escola de Música Higienópolis, Rua Piauí, 298 - Higienópolis - CEP 01241-000 - São Paulo - SP
Fones (11) 3258-7558 3151-5482
escolahigienopolis@uol.com.br
Site: www.escolademusicahigienopolis.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/pages/Escola-de-Música-Higienópolis-SP/137838449597152

PARA AULAS PARTICULARES ENVIAR EMAIL PARA tiagomacielmusic@gmail.com

sexta-feira, 2 de setembro de 2011


terça-feira, 12 de julho de 2011

FILHOS DA MÃE GENTIL (livro)

Olá galera, faz tempo que não escrevo aqui!!!!!!!!


Acabei de ler o livro Filhos da Mãe Gentil, mais uma obra de José Ribamar Garcia, competente advogado e escritor do Rio de Janeiro que acaba de nos dar este belo presente literário.

Este livro, apesar de ser uma obra fictícia, relata a real situação do Brasil em seu contexto político e social: a corrupção.
Sim meus caros, corrupção, essa maldita ação do ser humano que afunda nosso país num mar de escândalos e palhaçadas governamentais, mas que vai além das fronteiras dos engravatados das siglas partidárias.
Uma história que nos faz parar para pensar em nossas ações diárias, no famoso geitinho brasileiro e em todas aquelas vezes que presenciamos uma pessoa furando fila, pagando um extra para facilitar a burocracia, pedindo um esqueminha para mais canais da TV por assinatura ou mesmo parando o carro em um lugar proibido porque sabe não tem fiscalização por perto.
A obra traz em seu enredo Ricardo Pimenteira, ardido e quente como seu próprio nome.
Um rapaz de origem  humilde que para subir na vida trabalha muito, mas ao longo do tempo se vê envolvido em um monte de esquemas e trapaças.
Motivado por seu patrão, Pimenteira tenta ir mais rápido ao topo, só que para isso terá que se envolver com pessoas perigosas em esquemas arriscados. Terá que pisar leve, em solo arenoso, entre políticos corruptos, criminosos e pessoas sem escrúpulos.
Filhos da Mãe Gentil, apelidado carinhosamente pelos leitores como Filhos da Puta, mostra a vida de muitos brasileiros de diversas formas. Desde o pobre pilantra ao rico honesto, daquelas pessoas que são corruptas por ocasião e outras por vocação.

Um livro de texto inteligente e intenso que bota o dedo no machucado sem o menor carinho, mas que aponta a dualidade dos fatos. Com leitura fácil e envolvente será difícil parar de ler enquanto não chegar a última linha do capítulo final.

Apesar de manter o lado sério, no desenrolar das páginas temos pequenas ocasiões de humor, logicamente todas motivadas pela malandragem e esperteza dos envolvidos.
Agora é pegar o seu exemplar e ter uma boa leitura.


Tiago Maciel

sábado, 21 de maio de 2011

quinta-feira, 12 de maio de 2011

terça-feira, 2 de novembro de 2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

GUITAR HERO X GUITAR REAL

O fenômenos Guitar Hero e Rock Band, estão com tudo e não dão prosa!
Esses dois jogos realmente fizeram a cabeça da galera. Hoje, dentre muitos, são os mais procurados em todo o mundo, nas mais variadas versões, para os consoles Wii, Xbox360, PS3, PS2 e até para PC, DS e PSP.
Mas o que de tão legal há nesses jogos?
Essas e outras perguntas estão cada vez mais na boca do povo! E não param por aqui: será que existe realmente alguma ligação entre os jogos e os instrumentos verdadeiros?
Minha opinião é pequena, mas eu na condição de músico e jogador gostaria de afirmar que: depois de 15 anos ministrando aulas de violão e guitarra, e praticamente 25 anos jogando (comecei no TeleJogo), acredito que posso contribuir e sanar algumas dessas dúvidas.
Vamos pela história dos jogos. O seguimento game com música sempre teve uma ligação estreita. Quando os consoles, com um pouquinho mais de técnologia, começaram a desenvolver músicas, trilhas e efeitos sonoros mais definidos e variados toda turma reparou e gostou.
Não é à toa que hoje existem muitas bandas espalhadas pelo mundo que só trabalham com músicas e trilhas para games. Cada vez mais as produtoras investem na parte sonora dos jogos. Atualmente não conseguimos ver um jogo que além dos gráficos e jogabilidade, não possua uma boa trilha para acompanhá-lo. A música produzida para games é cada vez mais de alta técnologia, chega até a ser melhor que muito áudio de filme, por exemplo.
Voltamos para a história. Antigamente nós convivíamos com os jogos de dança, com aqueles tapetes onde os “jogadores dançarinos” faziam as mais altas estripulias incluindo saltos mortais, uso das mãos, virada de costas para a tela, etc. A tela onde se passavam as combinações para acionar os passos são quase iguais aos jogos de hoje.
Temos também o interessante Frets on Fire, jogo desenvolvido para computador que possui as características dos games atuais. Na época de lançamento (meados de 2005), foi muito elogiado, chegando a ganhar alguns prêmios pela mídia especializada..
De fato, sem teclados ou lugares para pisar, nossos queridos joguinhos são desempenhados com guitarras e baterias de simulação. Claro que não tem nada de igual aos verdadeiros, inclusive as baterias antigas eram bem simples, com 4 imitadores de tambor e um pedal de bumbo.
A guitarra para jogar possui botões coloridos no braço, alavanca e tal, bem diferentes das verdadeiras, mas algumas já incluem modelos e logotipos das marcar patrocinadoras, no caso a Fender para o Rock Band e a Gibson no Guitar Hero, sinal que os jogos realmente fazem sucesso e trazem fins lucrativos.
Mas e aí? Será que o jogo traz realmente a sensação de se tocar em uma banda, como o marketing anuncia?
Realmente o jogo é instigante, mas muito diferente de se tocar em uma guitarra com cordas, pedal e amplificador ligado bem alto. Na batera então nem se fala, levando em conta que muitos bateristas montam seu próprios sets, com muito mais peças.
Então por que o jogo faz tanto sucesso?
Primeiro porque é cativante, quanto mais você joga mais quer aprender e melhorar sua performance. Segundo, tem o lance de estar sempre jogando ou tocando música. Se for de alguma banda que você é fã então! Vixi, é vício no ato!
Um lance legal é que nesses jogos rola uma grande interatividade, pois você consegue jogar com pessoas na internet e até mesmo em 4 ou mais jogadores em sua casa. Isso é sempre bacana, ninguém precisa esperar a vez do outro, todos podem participar.
Já escutei muita conversa de que guitarristas conseguem se desempenhar melhor, ou jogadores aprendem música com mais facilidade.
Conheço muitos músicos, ótimos instrumentistas, mas na hora do jogo muitas vezes não passam dos primeiros compassos. Alguns jogam no nível mais fácil e mesmo assim o desempenho é péssimo.
Alguns alunos meus contaram que além de tocar também jogam quase todos os dias, mandam bem até no Expert, mas não tocam igual no instrumento verdadeiro. Se formos comparar com as músicas Jordan do Buckethead ou Cliffs of Dover do Eric Johnson como exemplo, eu já vi gente fazendo mais de 90% no jogo, nas dificuldades HARD e EXPERT, no entanto, para se tocar na guitarra essas duas músicas requerem anos de estudo.
O fato é que mesmo sendo um músico experiente, você não conseguirá detonar o jogo de primeira! Aliás, nem de segunda ou terceira. Duvida? Faça o teste: no jogo Guitar Hero 3 tente vencer o desafio contra o Lou no nível Expert, ou tocar Through The Fire And Flames, essa até no Hard é de doer. Você pode até conseguir, mas garanto que terá que ficar um bom tempo praticando.
O mesmo eu digo para os Hard Gamers; se você nunca pegou em um instrumento de verdade, por mais que seus pontos sejam altos no jogo, na guitarra o estudo é longo e contínuo.
De uma forma ou outra para se dar bem em ambos, a pessoa terá que estudar e praticar muito. Não quero criticar músicos ou gamers, muito pelo contrário, acredito que cada um deve ter seu valor reconhecido. Hoje muita gente procura aulas de música por causa do jogo, ao mesmo tempo que guitarristas, baixistas e afins se divertem com os games em suas casas.
Meu conselho é: se você é músico experimente jogar! Se você é gamer faça aulas de instrumento! Garanto que em ambos os casos os resultados serão positivos.
Música sempre é bom, sendo no game ou no instrumento. Os dois divertem, interagem, formam amizades, distraem a cabeça e formam um novo tipo de cultura para nós.
Viva a música! Viva o game!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Prepare seu idioma para a Copa do Mundo Brasil 2010

EM ÉPOCA DE GLOBALIZAÇÃO E MEIOS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICOS COMO TWITTER, FACEBOOK, YOUTUBE ENTRE MUITOS OUTROS, A LÍNGUA INGLESA É PRIMORDIAL HOJE.


APROVEITANDO A ONDA DA COPA DO MUNDO NO BRASA EM 2010 (SE TERÁ ABERTURA NO FUTURO ESTÁDIO DO CORINTHIANS SÃO OUTROS 500), VENHO PROPOR ALGUMAS LIÇÕES DA VELHA LÍNGUA BRITÂNICA ADAPTADAS A REALIDADE DO BRASIL E DOS NOSSOS ESTÁDIOS.


SEGUEM AS FRASES MAIS IMPORTANTES:




a.) Is we in the tape! = É nóis na fita.

b.) Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua
cara.


c.) I am more I = Eu sou mais eu.


d.) Do you want a good-good? = Você quer um bombom?


e.) Not even come that it doesn't have! = Nem vem que não tem!


f.) She is full of nine o'clock = Ela é cheia de nove horas.


g.) I am completely bald of knowing it . = To careca de saber.


h.) Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!


i.) I will wash the mare. = Vou lavar a égua.


j.) Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!


k..) If you run, the beast catches, if you stay the beast eats! = Se
correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!


l..) Before afternoon than never. = Antes tarde do que nunca.


m.) Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.


n.) The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!


o.) To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.



p.) Is other five hundreds = São outros quinhentos.


q.) Kick the bucket = Chutar o balde.


r.) Kick the stick of tent = Chutar o pau da barraca.


s.) Glue with me = Cola na minha.


ESSA E OUTRAS INFORMAÇÕES VOCÊ ENCONTRA NO LIVRO THE BOOK IS ON THE TABLE



terça-feira, 3 de agosto de 2010

quarta-feira, 28 de julho de 2010

segunda-feira, 26 de julho de 2010